A cada dia que passa, eu penso mais nas coisas que eu faço, nada muda a minha opinião de que na vida só estamos de passagem, percebo que com certeza devemos viver cada minuto da vida como se fosse o último. Por mais que seja difícil enfrentar todas as dificuldades, nós devemos tentar, mas só que tentar com todas as nossas forças. Não, não vou mudar por ninguém, sou assim, e sempre serei, se quiser gostar de mim desse jeito beleza, se não quiser, não vou mudar pra te agradar.
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Torço pra alguém chegar, só pra torcer bem pouquinho por algo. Mas dai a pessoa começa a falar e torço pra pessoa ir embora. Não tem o que fazer, não tem o que dizer, não tem o que sentir. Sou uma ferida fechada. Sou uma hemorragia estancada. Tenho medo de deixar sair uma letra ou um som e, de repente, desmoronar.

Tati Bernardi (via b-ecoming)

(Source: transbordante, via t-a-q-u-i-c-a-r-d-i-a)


Quote postado em 8/06/2012 às 11:59pm | 6,155 notes | (reblogue this!)

Bonito mesmo é essa coisa da vida: um dia, quando menos se espera, a gente se supera e chega mais perto de ser quem na verdade a gente é.

— Caio Fernando de Abreu (via t-a-q-u-i-c-a-r-d-i-a)

Quote postado em 8/06/2012 às 11:59pm | 7 notes | (reblogue this!)


Já parou pra pensar em como tudo isso começou? Aposto que sim. Eu te conheço bem demais pra saber que já. Você faz o tipo durão, que não lembra de datas importantes, que não se importa com os sentimentos, que não está nem aí pra o que falam de você, mas no fundo, é totalmente ao contrário. E me desculpe se estou revelando isso rápido demais, mas é que você está começando a mostrar seu lado mais “sensível”. Isso é bom. Na verdade é ótimo, pois assim posso conversar contigo mais livremente, sem precisar fingir contigo o tempo todo. Ainda bem que você percebeu que fingimentos não estão com nada! Bom, retomando para as lembranças… Você lembra da primeira vez em que nos falamos? Dia nove de fevereiro de dois mil e onze. Esse é o momento número cinco no meu top cinco de momentos preferidos contigo. Ora porque foi nosso primeiro contato, ora porque agimos como se nos conhecêssemos há anos. Tínhamos tantas coisas em comum que o assunto nunca acabava. Estávamos tão animados que começamos a conversar paralelamente e esquecemos totalmente de nossos amigos que estavam presentes ali. O número quatro foi o dia treze de março de dois mil e onze, quando a gente saiu para tomar sorvete, você sujou meu nariz, começou a me fazer pagar micos e me fez rir como nunca havia feito antes, desde esse dia comecei a te olhar de uma forma diferente. O número três foi quando nós ficamos pela primeira vez, no cinema se recorda? No dia vinte e nove de abril de dois mil e onze, o filme Águas para elefantes. Não consegui assistir nem metade do filme por ansiedade por causa do finalmente o tão esperado momento iria acontecer, nosso primeiro beijo. Fiquei tão tímida se lembra? Demorei muito tempo para conseguir e quando foi… Ah! que beijo perfeito, o melhor de minha vida! O número dois foi quando você me pediu em namoro, no dia sete de junho de dois e onze, no meio da praça de alimentação do shopping, você subiu na cadeira, eu fiquei instantaneamente vermelha nessa hora e sem saber onde enfiar a cara, você falou “Minha princesa, a muito tempo devia ter te pedido isso, mas como eu te amo tanto, esperei o momento ideal, você aceita namorar comigo?” Eu chorei tanto que nem conseguir te responder. E o número um foi no dia que você me levou para conhecer seus pais, num domingo dia dez de julho de dois mil e onze, me senti com tanto nervoso, tanto medo de ser reprovada pelos seus pais, mas tão orgulhosa, me senti tão amada por você ter me apresentado à eles, me senti especial. E não foi para menos, você me elogiou tanto para seus pais, de uma forma que eu nunca ouvi antes de ninguém, a partir desse dia a paixão virou amor […] E hoje, dia sete de junho de dois mil e doze estamos completando um ano de namoro, será que você vai bancar o durão e fingir que não se recorda nesta data também? Espero que não pois estou muitíssimo ansiosa. — Taynna C. + Michelle (esvaziadas) 

Já parou pra pensar em como tudo isso começou? Aposto que sim. Eu te conheço bem demais pra saber que já. Você faz o tipo durão, que não lembra de datas importantes, que não se importa com os sentimentos, que não está nem aí pra o que falam de você, mas no fundo, é totalmente ao contrário. E me desculpe se estou revelando isso rápido demais, mas é que você está começando a mostrar seu lado mais “sensível”. Isso é bom. Na verdade é ótimo, pois assim posso conversar contigo mais livremente, sem precisar fingir contigo o tempo todo. Ainda bem que você percebeu que fingimentos não estão com nada! Bom, retomando para as lembranças… Você lembra da primeira vez em que nos falamos? Dia nove de fevereiro de dois mil e onze. Esse é o momento número cinco no meu top cinco de momentos preferidos contigo. Ora porque foi nosso primeiro contato, ora porque agimos como se nos conhecêssemos há anos. Tínhamos tantas coisas em comum que o assunto nunca acabava. Estávamos tão animados que começamos a conversar paralelamente e esquecemos totalmente de nossos amigos que estavam presentes ali. O número quatro foi o dia treze de março de dois mil e onze, quando a gente saiu para tomar sorvete, você sujou meu nariz, começou a me fazer pagar micos e me fez rir como nunca havia feito antes, desde esse dia comecei a te olhar de uma forma diferente. O número três foi quando nós ficamos pela primeira vez, no cinema se recorda? No dia vinte e nove de abril de dois mil e onze, o filme Águas para elefantes. Não consegui assistir nem metade do filme por ansiedade por causa do finalmente o tão esperado momento iria acontecer, nosso primeiro beijo. Fiquei tão tímida se lembra? Demorei muito tempo para conseguir e quando foi… Ah! que beijo perfeito, o melhor de minha vida! O número dois foi quando você me pediu em namoro, no dia sete de junho de dois e onze, no meio da praça de alimentação do shopping, você subiu na cadeira, eu fiquei instantaneamente vermelha nessa hora e sem saber onde enfiar a cara, você falou Minha princesa, a muito tempo devia ter te pedido isso, mas como eu te amo tanto, esperei o momento ideal, você aceita namorar comigo? Eu chorei tanto que nem conseguir te responder. E o número um foi no dia que você me levou para conhecer seus pais, num domingo dia dez de julho de dois mil e onze, me senti com tanto nervoso, tanto medo de ser reprovada pelos seus pais, mas tão orgulhosa, me senti tão amada por você ter me apresentado à eles, me senti especial. E não foi para menos, você me elogiou tanto para seus pais, de uma forma que eu nunca ouvi antes de ninguém, a partir desse dia a paixão virou amor […] E hoje, dia sete de junho de dois mil e doze estamos completando um ano de namoro, será que você vai bancar o durão e fingir que não se recorda nesta data também? Espero que não pois estou muitíssimo ansiosa. — Taynna C. + Michelle (esvaziadas) 

(via doce-veraneio)


Photo postado em 7/06/2012 às 2:46pm | 50 notes | (reblogue this!)

Nunca confessei abertamente o meu amor, mas, se é verdade que os olhos falam, até um idiota teria percebido que eu estava perdidamente apaixonado.

O Morro dos Ventos Uivantes   (via nostalgia-surreal)

(Source: faz-sonhar, via declinar)


Quote postado em 6/06/2012 às 9:58pm | 57,987 notes | (reblogue this!)


Photo postado em 6/06/2012 às 9:58pm | 809 notes | (reblogue this!)

Sabe quando você precisa mudar mas tudo lhe impede? E então aquela angústia vem se apoderando até ficar sufocante a ponto de parecer que você vai explodir? Então… É como me sinto ultimamente. Sabe o passado tem uma força de atração enorme sobre mim. Tento me desprender, mas sempre tem algo que me puxa de volta. Me sinto como se estivesse andando na beira de uma ponte com um rio embaixo, com uma corda no meu pé me puxando cada vez mais forte na intensão de me fazer afogar. E confesso que fico tentada a me deixar levar, como alívio de minha dor. Por mais que eu tente não consigo me desprender deste passado, não consigo simplesmente deixar tudo o que vivi para trás, não consigo deixar você para trás. Preciso urgentemente apegar o desapego, mas tudo me impede. Tudo que olho, tudo que faço lembra-me dos momentos bons em que já vivi, estes momentos que não estão mais presentes em minha vida e em todos estes momentos você estava ao meu lado. E com a lembrança de tudo isso, me bate aquela saudade de “nós” se é que esse nós realmente existiu. Não posso mais lamentar sua perda, não posso mais viver de meras lembranças nostálgicas que me machucam dia após dia, não posso continuar me torturando assim, me afogando neste mar de tristezas… O que será que é preciso para esquecer você? Juro que tentaria de tudo, essa corda presa em meu pé que me puxa cada vez mais para baixo, as vezes me parece tão tentadora. Porque não? Iria aliviar toda minha dor. Mas sei que posso encontrar outra maneira de me desprender do passado. Talvez eu devesse parar de pensar um pouco que preciso te esquecer, me faria pensar menos em ti. Talvez a mudança tenha que ser em minha rotina, porque não começar levantando da cama, a dias que não ponho a cara na rua. Conhecer pessoas novas seria uma boa se eu não enxergasse você a cada rosto que eu olho. Seria bom ver outros sorrisos olhares, mas tudo me lembra você. Cada musica, cada palavra clichê, tudo me faz lembrar de um amor que nem sei se existiu. Mas não posso me prender nesse passado atormentador, eu preciso te esquecer, eu preciso tirar de vez esse amor do meu coração. Mas você, não me ensinou a formula, você não me deu o antidoto para curar esse amor perdido. Você só me ensinou a amar amar amar e nada mais.  Michelle + Myllena + Priscila + Kállyta (petrificados)

Sabe quando você precisa mudar mas tudo lhe impede? E então aquela angústia vem se apoderando até ficar sufocante a ponto de parecer que você vai explodir? Então… É como me sinto ultimamente. Sabe o passado tem uma força de atração enorme sobre mim. Tento me desprender, mas sempre tem algo que me puxa de volta. Me sinto como se estivesse andando na beira de uma ponte com um rio embaixo, com uma corda no meu pé me puxando cada vez mais forte na intensão de me fazer afogar. E confesso que fico tentada a me deixar levar, como alívio de minha dor. Por mais que eu tente não consigo me desprender deste passado, não consigo simplesmente deixar tudo o que vivi para trás, não consigo deixar você para trás. Preciso urgentemente apegar o desapego, mas tudo me impede. Tudo que olho, tudo que faço lembra-me dos momentos bons em que já vivi, estes momentos que não estão mais presentes em minha vida e em todos estes momentos você estava ao meu lado. E com a lembrança de tudo isso, me bate aquela saudade de “nós” se é que esse nós realmente existiu. Não posso mais lamentar sua perda, não posso mais viver de meras lembranças nostálgicas que me machucam dia após dia, não posso continuar me torturando assim, me afogando neste mar de tristezas… O que será que é preciso para esquecer você? Juro que tentaria de tudo, essa corda presa em meu pé que me puxa cada vez mais para baixo, as vezes me parece tão tentadora. Porque não? Iria aliviar toda minha dor. Mas sei que posso encontrar outra maneira de me desprender do passado. Talvez eu devesse parar de pensar um pouco que preciso te esquecer, me faria pensar menos em ti. Talvez a mudança tenha que ser em minha rotina, porque não começar levantando da cama, a dias que não ponho a cara na rua. Conhecer pessoas novas seria uma boa se eu não enxergasse você a cada rosto que eu olho. Seria bom ver outros sorrisos olhares, mas tudo me lembra você. Cada musica, cada palavra clichê, tudo me faz lembrar de um amor que nem sei se existiu. Mas não posso me prender nesse passado atormentador, eu preciso te esquecer, eu preciso tirar de vez esse amor do meu coração. Mas você, não me ensinou a formula, você não me deu o antidoto para curar esse amor perdido. Você só me ensinou a amar amar amar e nada mais.  Michelle + Myllena + Priscila + Kállyta (petrificados)

(via doce-veraneio)


Photo postado em 6/06/2012 às 9:57pm | 79 notes | (reblogue this!)


Vídeo postado em 4/06/2012 às 3:09pm | 62,117 notes | (reblogue this!)

“Não me considero desse mundo. Ou pelo menos parte dessa sociedade rotuladora. Não é só porque uso shorts pequeno, que devo ser uma vagabunda. Não é porque sou loira, que tenho que ser burra. Não é porque uso alargadores ou tenho tatuagens que sou maloqueira. Não é porque escuto funk que sou pobre. Parece que vocês sentem um certo prazem em criticar e julgar cada um. Dizer o que é certo ou errado. Pra mim já deu. Foda-se essa sociedade de merda que vocês vivem. Cansei, quero ser deportada para Marte, Júpiter, qualquer mundo, só precisa ser bem longe daqui. Não entende qual o problema que vocês tem para aceitar todos os estilos. Eu por exemplo, gosto muito de rock, mas também escuto funk, e não é por isso que sou favelada ou vadia. Na minha humilde opinião, acho que vocês arranjam o que criticar nos outros para poder sair do tédio que são suas vidas medíocres. Desculpa, minha intensão não é ofender ninguém, somente alertar para que a sociedade reveja seus conceitos. Em pleno século XXI ainda existe preconceito. Tamanha é a ignorância dessas pessoas. Não sei como conseguem tirar tanto defeito numa pessoa para falar. Usam de escárnio com tanta frequência, com tanta vontade que sejam a me assustar. Ninguém merece ser julgado, apedrejado, excluído por uma escolha de vida dela, pelo seu modo de ser, pois temos o livre arbítrio, temos nossa personalidade e nosso caráter para usar não para ficar de enfeite. Um pedido para vocês que falam mal de mim: Me amem menos e cuide melhor da sua vida, sabe olhe para o seu umbigo e deixe que eu cuido do meu. ” Letícia + Michelle (reprimidas)

Não me considero desse mundo. Ou pelo menos parte dessa sociedade rotuladora. Não é só porque uso shorts pequeno, que devo ser uma vagabunda. Não é porque sou loira, que tenho que ser burra. Não é porque uso alargadores ou tenho tatuagens que sou maloqueira. Não é porque escuto funk que sou pobre. Parece que vocês sentem um certo prazem em criticar e julgar cada um. Dizer o que é certo ou errado. Pra mim já deu. Foda-se essa sociedade de merda que vocês vivem. Cansei, quero ser deportada para Marte, Júpiter, qualquer mundo, só precisa ser bem longe daqui. Não entende qual o problema que vocês tem para aceitar todos os estilos. Eu por exemplo, gosto muito de rock, mas também escuto funk, e não é por isso que sou favelada ou vadia. Na minha humilde opinião, acho que vocês arranjam o que criticar nos outros para poder sair do tédio que são suas vidas medíocres. Desculpa, minha intensão não é ofender ninguém, somente alertar para que a sociedade reveja seus conceitos. Em pleno século XXI ainda existe preconceito. Tamanha é a ignorância dessas pessoas. Não sei como conseguem tirar tanto defeito numa pessoa para falar. Usam de escárnio com tanta frequência, com tanta vontade que sejam a me assustar. Ninguém merece ser julgado, apedrejado, excluído por uma escolha de vida dela, pelo seu modo de ser, pois temos o livre arbítrio, temos nossa personalidade e nosso caráter para usar não para ficar de enfeite. Um pedido para vocês que falam mal de mim: Me amem menos e cuide melhor da sua vida, sabe olhe para o seu umbigo e deixe que eu cuido do meu. ” Letícia + Michelle (reprimidas)

(via doce-veraneio)


Photo postado em 4/06/2012 às 3:09pm | 32 notes | (reblogue this!)

Aqui no tumblr tem inúmeros textos sobre como a infância é boa, o quanto as pessoas queriam voltar para ela… Mas sabe eu sou o oposto disso. Não, minha infância não foi perfeita, ao contrário disso, foi a pior época da minha vida. Não revelarei o que aconteceu, porém posso garantir que tive que ter muito força para aguentar até aqui. Muitas pessoas me perguntam do porquê que sou tão erronia, do porquê desse meu jeito desconfiado, apelativo, extrovertido demais, do porquê que falo tanta besteira, sobre como eu falo sobre aqueles certos assuntos tão abertamente, abertamente não, a palavra correta é naturalmente. Bom, para começar, eu não me sinto sozinha nesse mundo, sim eu não desvalorizo as pessoas que sempre estão comigo me aturando, como minha mãe, meus amigos, tanto os de perto como os de longe, minha família, Deus, sim eu creio em Deus. Então, acharia uma ofensa se falasse que não tenho ninguém, posso até pensar nisso por um momento, porém, não é a absoluta verdade, se disse isso alguma vez, sei que disse, me desculpem. Bom, isso tudo que eu sou é simplesmente o resultado do que eu sofri. Me desculpe não tenho resposta melhor para isso, posso ficar horas pensando, porém essa é a verdade nua e crua. E não, eu não quero pena de vocês, pois não sou a pessoa que tem mais problemas do mundo, sei que meus problemas foram graves, não foram por namorados, nem por amores incorrespondidos, foram coisas que na real, me deixaram com traumas enormes até hoje, traumas esses que não me deixam viver a vida direito, e mais uma vez não revelarei quais foram meus problemas. Na verdade nem sei porque estou escrevendo isto, pois quem se importa? Quem irá ler? Bom, estou somente desabafando, pois pelo que eu saiba, o tumblr foi feito nada mais do que para isso, desabafar, encontrar pessoas com sentimentos parecidos, e fazer amizades verdadeiras, o tumblr de hoje, bom, eu não conheço, e nem quero fazer parte… Acho que já aluguei demais, vou parar por aqui, só queria mesmo agradecer por tudo e por todos que me ajudam a sobreviver, e não eu nunca fui feliz, nunca mesmo, ainda estou a procura da felicidade, se alguém sabe o caminho me indiquem por favor.

Estou em contínua luta contra minha mente, contra minha memória. - Michelle Saraiva (esfriar-me)

(via doce-veraneio)


Quote postado em 2/06/2012 às 10:19pm | 75 notes | (reblogue this!)

Somente uma pessoa é grande o bastante para preencher o vazio que há dentro de você. Enquanto essa pessoa não percebe, você fica a espera[…]


Quote postado em 27/05/2012 às 12:53am | 35 notes | (reblogue this!)